A Grande Aventura: O meu percurso no Mestrado em Comunicação Educacional e Multimédia

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Discussão sobre os percursos apresentados,Equipa Cézanne - Weblog


por Mª Filomena Grazina - Sábado, 27 Junho 2009, 18:08

olá João,
Não partilho da tua opinão, continua a poder construir-se um percurso aliciante, partilhado e construtivo recorrendo apenas ao uso do manual e ou do quadro e do giz e, pelo contrário, um péssimo percurso recorrendo à mais arrojada das tecnologias!
A "novidade" não é, por si só, garante de qualidade e nem de inovação.

Discussão sobre os percursos apresentados, Equipa Dalí - GBL


por Mª Filomena Grazina - Sábado, 27 Junho 2009, 02:24

Dalis ,

Gostei bastante do vosso trabalho!
Um percurso sustentado por uma teoria que também desconhecia () e que me parece perfeitamente ajustada ao '’game based learning’.
Quanto à escolha do
jogo considero-a muito feliz principalmente considerando a perspectiva de inclusão que está subjacente ás alterações verificadas ao nível do ensino especial (resta saber se adequadas à realidade das nossas escolas) introduzidas recentemente no nosso sistema educativo e mesmo como potenciadora de uma consciência dos problemas que encontram os indivíduos portadores de deficiência motora e ou sensorial. Para lá do jogo poderá estar o avivar de uma consciência social que, se olharmos ao nosso redor, parece estar um pouco alheada desta problemática.

Parabéns!

Discussão sobre os percursos apresentados, Equipa Amadeo _Podcast/webcast


por Mª Filomena Grazina - Sábado, 27 Junho 2009, 01:55

Viva Amadeos ,

Trouxeram-nos um percurso bem delineado usando uma perspectiva bem diferente daquela normalmente usada nas escolas.
Concordando com o que foi dito anteriormente, penso que ficaram aquém das expectativas relativamente à explicitação das potencialidades das "webcasts/podcasts" em contexto educativo.

Discussão sobre os percursos apresentados, Equipa Matisse- Blogue

por Mª Filomena Grazina - Sábado, 27 Junho 2009, 01:05
Olá Co-bloguistas ,

Aproveito para enviar as minhas felicitações pelo vosso trabalho. Relativamente às vantagens e desvantagens do uso dos blogues não vou tecer mais considerações.
Na minha perspectiva, o que o vosso trabalho trouxe de inovador para esta reflexão foi a escolha de um percurso onde o trabalho se desenvolve com o envolvimento de professores de diferentes áreas do saber, alunos, pais, direcção e comunidade sócio- económica e cultural em que a escola se insere.

Discussão sobre os percursos apresentados, Grupo Picasso_SL


por Mª Filomena Grazina - Sábado, 27 Junho 2009, 00:21

Olá Picassos ,

Da leitura do vosso trabalho ressalta o investimento feito na procura de encontrar novas e aliciantes teorias de suporte assentes na vertente motivacional. Dado que nas nossas de escolas sistematicamente ouvimos dizer que os alunos não estão motivados gostaria de ter visto um percurso delineado para um publico alvo diferente. Contudo, conhecendo as limitações impostas pelo SL relativamente à sua utilização por jovens de idade inferior a dezoito anos, compreendo a vossa escolha.
O tema aglutinador “internet e segurança” é bastante pertinente e actual, assumindo ainda maior relevância quando o público alvo são elementos da comunidade educativa.
Relativamente ao desenvolvimento das actividades junto a minha voz aos reparos já feitos pelos outros colegas.

Discussão sobre os percursos apresentados, Equipa Van Gogh - SL


por Mª Filomena Grazina - Sexta, 26 Junho 2009, 23:01

Olá Van Goghs,
Como fã do SL encontrei no vosso trabalho um percurso muito bem delineado, ajustado à faixa etária do vosso público alvo e, pela experiência que tenho em leccionar ,inclusivamente em co-docência, a temática por vocês escolhida, comum às CN e CFQ do 7º ano, acho que melhor escolha era difícil …
A utilização da Web quest como instrumento regulador e facilitador da “passagem” a um ambiente imersivo como é o SL constitui, em minha opinião, uma proposta muito válida.
A minha questão relativamente à utilização do SL, com adolescentes em processo de construção de identidade, prende-se essencialmente com o facto de se tratar de um ambiente imersivo onde, as realidades virtuais e reais podem facilmente misturar-se aliás volto a citar Ookita e Tokuda (2001), tal como o tinha feito em MDS
«… os anos 1980 foram caracterizados por problemas como a “fobia tecnológica” e o “tecno-stress” e os anos 1990, pelo vício na Internet e problemas de relacionamento amoroso online-offline, o distúrbio do século 21 diz respeito à confusão de identidades, surgida da dificuldade do sujeito em integrar sua vida real com a vida na rede.»
(
www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722003000200015 - 59k.)

Discussão sobre os percursos apresentados, Equipa Cézanne - Weblog


por Mª Filomena Grazina - Sexta, 26 Junho 2009, 21:51

Caros Colegas e Professores,

Desde já o meu pedido de desculpas por não ter antes respondido ao vosso repto mas as funções que desempenho no Conselho Executivo implicam a organização e calendarização:
- das reuniões de avaliação;
- dos exames de equivalência à frequência;
- das matrículas;
e posterior recolha e tratamento da informação pelo o que, como devem calcular, não tem sido fácil. Contudo, tenho acompanhado as ideias, críticas, defesas e sugestões que tem enriquecido esta excelente discussão.
Relativamente ao trabalho dos Cézannes as críticas prenderam-se essencialmente com:
- o facto de o blogue não constituir uma ferramenta inovadora,
- deixar de ser motivadora;
- permitir uma interactividade virtual baixa;
- ser estático;
- termos optado por um percurso modesto
- ser uma proposta com um produto final claramente definido.

Vou tentar, na medida do possível, e por não estar de acordo rebatê-las uma por uma. Assim, não percebo como se pode considerar uma ferramenta pouco inovadora, motivadora, de baixa interactividade virtual e estática quando permite

• a ampliação da aula;
• a troca de experiências com colegas;
• a visibilidade do trabalho desenvolvido;
• a aproximação e comunicação entre professor e alunos;
• a criação de momentos de reflexão/discussão;
• o desenvolvimento de competências no domínio da leitura e da escrita;
• organizar a informação partilhada e construída;
• aceder à Web através dos links que vão sendo adicionados;
• recorrer ao uso do som e da imagem.

Quanto à modéstia do percurso traçado volto a não concordar. Um percurso que promove nos alunos o desenvolvimento das suas pesquisas, reflexões, ideias e espírito crítico com base numa temática que tantas implicações tem a nível social, económico, ambiental e ético não pode, a meu ver, ser considerado de modesto. Aliás, nem sempre o facto de um percurso ser modesto o qualifica, necessariamente, como um mau percurso.
Relativamente à questão do Alcino considerar como “uma proposta com um produto final claramente definido” discordo ainda mais. O que é pedido é que primeiro ao nível dos grupos e depois, em discussão alargada a toda a turma, encontrar uma resposta à questão inicialmente colocada que corresponda ao resultado das pesquisas, discussões e reflexões conjuntas, onde o professor apenas age como mediador, será possível traçar um percurso onde o resultado “final” possa ser mais aberto?
[] Filomena
P.S - Paulo obrigada pela tua intervenção

Discussão sobre os percursos apresentados, Equipa Cézanne - Weblog


por Mª Filomena Grazina - Quinta, 18 Junho 2009, 00:13

Olá colegas ,
Antes de mais agradecer as simpáticas palavras e as sugestões feitas ao nosso trabalho .
Uma característica comum a algumas das críticas feitas ao uso dos blogs é a alegada exigência de persistência no trabalho por parte dos alunos. Mas isso não é uma característica que deveríamos aprofundar? Não é uma competência que deva ser trabalhada? Não é a aquisição desta competência fundamental em todas as áreas do conhecimento?
Compete ao professor encontrar, tal como penso que foi isso que tentámos fazer ao ir colocando as questões intermédias, a melhor forma de contrariar essa tendência de não persistir numa tarefa que caracteriza grande parte dos nossos alunos.
Achei muito positivas as sugestões da Milena, relativamente à diversificação dos recursos disponíveis no blogue, bem como, à do Pedro, em termos de organização.
Não queria terminar sem felicitar os meus colegas de grupo, Josete e Zé Nobre, pela excelente defesa do nosso trabalho, que sem dúvida é o melhor!



Trabalho do Grupo Cézanne

Trabalho do Grupo Cézanne

Debate sobre a Aprendizagem Colaborativa, Ainsworth vs Stahl...


por Mª Filomena Grazina - Segunda, 27 Abril 2009, 01:05

Profª Isolina

Tentando contribuir para a resposta ao seu desafio (Se o contexto é factor que determina a situação de aprendizagem ou se o contexto a configura, mas é também configurado pela própria situação…) e na sequência do que foi anteriormente referido pelos meus colegas, penso que:
- No caso de Ainsworth é o contexto que determina a situação de aprendizagem, pois visa, mediante a utilização das MER, encontrar os estímulos adequados para que cada aprendente possa atingir o sucesso.
- Já os processos interactivos subjacentes à aprendizagem colaborativa, preconizada por G. Stahl, proporcionam e podem transformar os contextos onde o processo ensino/ aprendizagem se desenvolve.

Debate sobre a Aprendizagem Colaborativa, Aprendizagem colaborativa no ensino básico/secundário versus ensino superior


por Mª Filomena Grazina - Segunda, 27 Abril 2009, 00:07

Caros colegas:
Embora tardiamente, não queria que este tema fosse encerrado sem expressar aquilo que tem sido a minha experiência como professora de Ciência Naturais (ensino básico) e de Biologia e Geologia (ensino secundário) já que não tenho experiência no ensino universitário.
Assim, embora de forma diferente tentei sempre criar ambientes de aprendizagem colaborativa, usando exercícios de inquérito, os debates, o espaço da discussão conclusão das actividades experimentais, na proposta de elaboração de protocolos experimentais com base num problema inicial levantado em sala de aula e proposto pelos alunos, ultimamente já com a mediação proporcionada pela plataforma moodle do Agrupamento.
O principal obstáculo que encontrei tem sido o de gerir estas actividades quando só “vejo” os alunos uma vez por semana e sei que eles passam o dia ocupados com actividades lectivas.
Onde está o tempo necessário para:
- a reflexão conjunta?
- atingir o consenso?
- que todos os elementos do grupo contribuam e construam o conhecimento?
Já alguém parou para pensar o número de horas que um aluno passa na escola e que esse tempo, no caso do básico, está disperso por 13 áreas curriculares?
Para quando uma reorganização curricular?
Não quero deixar de pedir desculpa pela minha falta de colaboração neste debate que levantou questões tão pertinentes e importantes para todos os professores.

Debate sobre a Aprendizagem Colaborativa, construção colaborativa do conhecimento


por Mª Filomena Grazina - Sexta, 17 Abril 2009, 01:14

Caros colegas:
Respondendo ao desafio inicial de debater a ideia de aprendizagem como é perspectivada pelos autores e “colaborando” com as reflexões anteriores julgo que a chave para a compreensão da CSCL de Stahl passa pela reformulação dos papeis do professor e do aluno no processo ensino aprendizagem. Isto é, a passagem da perspectiva tradicional à perspectiva colaborativa, onde o ambiente de aprendizagem substitui a tradicional sala de aula, onde o professor centro da autoridade e da aprendizagem é substituído pelo professor orientador da aprendizagem centrada no aluno, que passa de uma postura passiva/reactiva a uma postura proactiva/investigativa e, finalmente, onde a ênfase da aprendizagem é colocada no processo e não no produto, que é alcançado em grupo e não individualmente.
Não esquecendo o facto do computador pode suportar e facilitar os processos e as dinâmicas de grupo, assumindo o papel de media com o qual e através do qual os indivíduos e os grupos podem colaborar uns com os outros, nomeadamente, recorrendo a espaços como os Google docs, as wikis, os fóruns, os chats …
Assumindo na aprendizagem colaborativa particular destaque a participação e a interacção entre de alunos e entre estes e os professores é necessário que os ambientes de aprendizagem sejam ricos em possibilidades e propiciem o crescimento do grupo, é aqui que a meu ver se pode enquadrar a tese de Shaaron Ainsworth que recorre a um sistema onde intervêm múltiplas representações que apelam a distintos canais sensoriais.

Análise do artigo de Ainsworth, Tópico 2: Potencialidades e constrangimentos


por Mª Filomena Grazina - Domingo, 29 Março 2009, 20:57

Olá a todos:
Na sequência das vossas numerosas intervenções venho relatar alguns constrangimentos/vantagens na utilização das MER na minha prática pedagógica como profª de CN, no 7º e 8º anos.
Como intróito penso serem necessárias as seguintes considerações: No desenho curricular do ensino básico, cabe às CN apenas 90 min semanais em dois anos e 90+45 min no outro ano (na minha escola 90+45 min, no 7º ano e 90 min no 8º e 9º anos). O que significa que um professor com 22 horas lectivas tem 5 turmas (porque existe desdobramento de 90 min para realizar actividades experimentais, incomportáveis com 27 alunos em sala de aula), ou seja, aproximadamente 135 alunos. Este desenho curricular constitui um óbice enorme para quem como eu acha que o ensino-aprendizagem está directamente relacionado com o conhecimento profundo entre professor/aluno.
Quando recorro ao uso imagens, gráficos e tabelas procuro que propiciem uma aprendizagem significativa na medida em que não só facilitem a apreensão dos conteúdos mas também contribuam para o desenvolvimento de competências de interpretação e análise da informação necessárias à grande maioria das diferentes áreas do conhecimento. Estas representações resultam essencialmente do meu próprio trabalho ou de algumas ferramentas existentes, poucas e por validar, como muito bem refere a Luísa quando pede urgência na “validação/aferição das potencialidades pedagógico-didácticas do produto, para determinado público-alvo e para alcançar determinados objectivos educativos”. Assim, o sucesso desta minha prática está de certo modo comprometida por estes enormes constrangimentos mas, por outro lado, o balanço conjunto que faço trimestralmente com os meus alunos e colegas de grupo indiciam que pelo menos parte dos objectivos traçados são atingidos o que me dá ânimo para prosseguir e tentar melhorar aprendendo com os erros, como sempre acontece!
Também com a frequência deste mestrado procurei encontrar diferentes perspectivas e mais e melhores soluções. Confesso que até agora está a exceder as expectativas, obrigada!

Análise do artigo de Ainsworth, Tópico 3: A tese de Ainsworth e os dois capítulos lidos do eBook


por Mª Filomena Grazina - Quarta, 25 Março 2009, 03:17

Da leitura cruzada do texto da autora e dos dois capítulos do eBooK infiro que as MER são usadas como ferramentas de apoio no estabelecimento da ligação entre a nova informação e o conhecimento já adquirido, permitindo ao aluno/aprendiz/criança descobrir e procurar construir o seu processo de aprendizagem.
Assim, relativamente à IP (Teoria do processamento da Informação), o enquadramento DeFT, usando um sistema onde intervenham representações que apelem a distintos canais sensoriais pode facilitar a tradução entre essas representações, aproveitando ao máximo a memória de curta duração e com as múltiplas representações pode criar uma rede de acesso à memória de longa duração, facilitando a aprendizagem de um novo conhecimento.
Relativamente aos estádios de desenvolvimento cognitivo de Piaget, o enquadramento DeFT pode ajudar-nos na escolha dos instrumentos a adoptar relativamente às características do estádio do aprendiz/aluno a quem se destina a informação.

Análise do artigo de Ainsworth, Tópico 2: Potencialidades e constrangimentos


por Mª Filomena Grazina - Quarta, 25 Março 2009, 02:43

Reconheço potencialidades na adopção da proposta da autora na escola actual pois, desenvolvendo nos alunos competências de auto-formação e recorrendo à utilização de múltiplas representações, constitui uma resposta mais eficaz para atender às necessidades formativas da grande heterogeneidade da população escolar de hoje.
No meu caso pessoal, como professora de Ciências Naturais recorro frequentemente ao uso de imagens, gráficos e tabelas, penso que este enquadramento me fará reflectir e ajudar a melhor planear a sua utilização, em cada caso, sobre diversos aspectos relativos aos sistemas multirepresentacionais que utilizo.
Como principais constrangimentos aponto a falta de formação dos professores, que não lhes permita fazer a tal escolha criteriosa (ao nível do “design”, das funções e da escolha das tarefas cognitivas) e a falta de recursos ao nível do equipamento, característico da maioria do nosso parque escolar.

Análise do artigo de Ainsworth,Tópico 1 -Tese e argumentos


por Mª Filomena Grazina - Quarta, 25 Março 2009, 02:32

Reconhecendo que as MER (Representações Externas Múltiplas) podem providenciar benefícios únicos nas aprendizagens a autora propõe uma nova teoria “DeFT” (design, funções e tarefas cognitivas) para melhorar a eficácia da sua utilização.
Assim, defende que a utilização das MER requer uma escolha criteriosa:
- ao nível do “design” (número de representações a utilizar, a forma como a informação é distribuída nas representações escolhidas, a forma dos sistemas de representação, a sequência com que são apresentados e o suporte necessário para permitir a translação entre as representações escolhidas);
- ao nível das funções (complementariedade, constrangimento e de construção);
- ao nível das tarefas cognitivas( permitam ao aluno/aprendiz aprender a interpretar e a retirar informação da representação, a seleccionar e/ou construir a representação mais adequada);
Essa escolha, deve também ter sempre presente factores como o da maturidade biológica, experiência pessoal com o meio físico e social do aluno/aprendiz e, para que o sistema seja realmente eficaz, é necessário que o aluno/aprendiz seja capaz de realizar certas tarefas cognitivas como compreender e relacionar as várias representações.

Metáforas de Anne Sfard


por Mª Filomena Grazina - Sábado, 7 Março 2009, 23:08

Olá a todos:

Após leitura e reflexão revejo-me no post colocado pelo Paulo Azevedo. O "problema" em educação ou seja nos processos ensino/aprendizagem é que não há receitas.
Penso, aliás, que um dos graves erros cometidos em educação é o de tentar uniformizar (formatar) professores, alunos e práticas pedagógicas. Esta postura é, em meu entender, bastante redutora pois há vantagens e desvantagens em todas as formas de aprender/ensinar pois quem aprende ou ensina tem mecanismos de aprendizagem diferentes que resultam do seu próprio percurso escolar, familiar e social.
Assim, as duas metáforas devem estar presentes e da sua "utilização" não deve resultar nenhum juízo de valor.
Transformava também a tabela proposta pela Áurea:
Metáfora da aquisição
Metáfora da participação
Aprender é adquirir novos conhecimentos e capacidades.
VIVER
Assimilar e "processar".
Ser cidadão
Informação → Conhecimento - crescer
Partilhar
Desenvolver competências
Evoluir e Interagir
Construir
humanizar
Adquirir competências
Transformar-se/Recriar
Instruir-se experimentando
Crescer intelectualmente
Adquirir conhecimentos
Questionar ?
... descobrir, construir, questionar-se.
questionar-se
A resposta à curiosidade
Procura Incessante
despertar
Experienciar
alargar horizontes
Renovar-se
Compreender
Transformar-se
Extração e integração (informação)

Atingir novos patamares de vida

Transformar a informação em conhecimento

Adaptar-se?